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Hard Sun

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009



Original Song by Gordon Peterson
Thanks for making me feel a better man

Definitivo

Domingo, 28 de Junho de 2009



Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...


Recebido por email =).. obrigado Isabel

Carlos Drummond de Andrade


Sábado, 27 de Junho de 2009


"We find our courage when we hit hard times but the power is our inner strength to get up, make changes e create the life we want"

SecretAura.com

Pessoas melhores para tornar o mundo melhor

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009


No contexto de alienação que nos encontramos hoje em dia, é absolutamente respeitável que alguns pessoas consigam fazer um profundo mergulho em sí mesmas, buscando se conscientizar de quem são e como podem se melhorar. Errar, errar, até que um dia quem sabe poder acertar. O prazer está na busca e nessa cada qual trilha um caminho, onde quem sabe, todos um dia possam se encontrar. A única pessoa na qual ainda podemos acreditar somos nós mesmo e já dizia o antigo, "Os lábios da Sabedoria estão selados, exceto aos ouvidos do entendimento"...

Agradecimentos ao Blog Casa do Conhecimento

Se impossível fosse

Sábado, 20 de Junho de 2009


Há momentos em que eu realmente não sei mais o que se passa a respeito da quebra de seqüência lógica em minha vida, principalmente por aceitar e agir de modo a querer compreender o Caos, pois em se tratando disso não há quem escape, não nos tempo de hoje.

Caos | s. m.


caos (á-os)
s. m.
1. Confusão dos elementos antes da criação do universo.
2. Fig. Confusão.
3. Desordem.
4. Perturbação.


É coisa demais, gente demais, e até as coisas de menos estão se acumulando! A bagunça a minha volta acaba imprimindo a própria falta de atenção dos seres humanos, e ai há sempre uma desculpa interessante a ser seguida: “-Ah que seja, deixa rolar, o mundo é assim mesmo e as pessoas jamais irão mudar!” o que por meio se torna Ordem para sí. Saber o que é certo e não fazê-lo é a pior covardia, mas essa não é a minha preocupação, há possibilidades demais pra quem procura viver uma vida com tantos aspectos de mudança e simplicidade que, toda essa ingerência sobre a ordem me faz sentir constantemente impulsos que chegam a me dar náuseas. A falta de equilibrio entre o caos e a ordem e a vontade de potência pode matar qualquer um, inclusive você e eu.

Quem me conhece sabe do que eu estou dizendo, é como se eu nem precisasse pular de um pára-quedas pra sentir adrenalina. Acredite (e se não for algo muito absurdo) que meus desejos de mudança acabam - juntamente com as emoções, marcando cada vez mais forte a minha vontade de tudo transformar, chegando ao ponto de abandonar muitas pessoas, senão a mim mesmo: isso de certo modo já está acontecendo, porém não é isso que eu quero.

É difícil eu sei e a vida não é mesmo fácil, mas nesse momento talvez haja emoção demais e lógica de menos, pois no mínimo ando pertubado, e o que eu me tornei se tornou oneroso demais pra ser verdade. Urge um novo universo.

Green Eyes

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Não deixe o amor passar

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR."

Carlos Drummond de Andrade

Repensar o diálogo

Domingo, 7 de Junho de 2009

Hoje temos informação demais e compreensão de menos. É preciso recriar a ideia de comunicação reformando o pensamento através da aplicação de um novo humanismo, considerando que o ser humano, diferente de todos os outros seres naturais, possui uma característica que lhe é particular, a consciência, que se manifesta como saber. Hoje, muitos se sentem mais informados e, ao se sentirem mais informados, se acham mais sábios, alguns até, genios individuais. De maneira nenhuma, ninguém se achou idiota coletivo, muito pelo contrario. Já a informação é o escudo que os homens usam para se proteger e justificar a ausência do verdadeiro diálogo; e por que não pensar uma ciência capaz de aproximar os seres humanos e seus saberes num espirito de diálogo? Inexiste o universo de partilha, e a capacidade de tornar comum saberes e condições materiais e espirituais de vida, porém todo individuo pode encontrar na comunicação um caminho para o diálogo transdisciplinar com as outras formas de conhecimento que a vida, inevitavelmente, se encarrega de lhe oferecer...ainda somos naturais? Não estamos tão longe assim...

O conceito de Homem

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009


Frieza e petulância; tolos são aqueles que como indício de seu suposto nível de evolução se colocam num pedestal. Assim, essas pobres criaturas fracas que necessitam desesperadamente de auto afirmação para preencher suas personalidades fracas e vazias, podem se sentir acima daqueles que, sem grilos nem complexos, optam pela conduta humana e sensata de respeitar e ouvir, antes de fazer escolhas, a coisa mais importante que existe no mundo, o ser humano. Amizade, respeito, sociabilidade..., HUMANISMO é a palavra chave, que se efetiva com COMUNICAÇÃO, são as qualidades necessárias para que possamos ajudar a aliviar o vazio da vida moderna, e fazer as pessoas se sentirem mais do que meras peças de um sistema frio, cruel e excludente, no qual os requisitos para se inserir não se encontram no interior do homem, mas naquilo que ele pode comprar.

Em vão...

Domingo, 17 de Maio de 2009



Em vão, centenas de milhares de homens, amontoados num pequeno espaço, se esforçavam por desfigurar a terra em que viviam. Em vão, a cobriam de pedras para que nada pudesse germinar; em vão arracavam as ervas tenras que pugnavam por irromper; em vão impregnavam o ar de fumaça; em vão escorraçavam os animais e os pássaros - em vão... porque até na cidade, a primavera é primavera...

Tolstoi

A definição de Progresso

Terça-feira, 28 de Abril de 2009

É somente associado à idéia de transformação (mudança da, e não apenas na sociedade) que o conceito de progresso faz algum sentido. O que constitui progresso para alguns pode não sê-lo para outros. Devemos sempre perguntar: progresso para quem e sob que aspecto? Não existe progresso absoluto. A especificação dos valores tomados como medidas ou críterios de prograsso é sempre necessária, porém não devemos cair na armadilha do relativismo total. A democratização, a abertura das sociedades, a emergência da livre iniciativa e do livre mercado se fazem acompanhar de desemprego e pobreza,de perda da disciplina social, de taxas estratosféricas de criminalidade e deliquencia, de lutas de facções e ingovernabilidade, além de uma enxurrada de cultura de massa de baixa qualidade ...

Outros ainda trataram o domínio da política como central e puseram à frente o critério da liberdade: liberdade negativa, isto é, liberdade em face das barreiras, bloqueios e restrições à expressão individual e à auto-realização, e liberdade positiva - participação e representação democrática -, isto é, liberdade para influenciar e moldar a própria sociedade. Finalmente, há aqueles que destacaram as oportunidades de opções e escolhas - ocupacionais, educacionais, políticas, ideológicas, recreacionais etc. - como critério de progresso.

Há que acabar com tudo isto

Domingo, 22 de Março de 2009

A atual realidade está formada, como nunca esteve, de imensas penas e de cinismo: uma grande lágrima no coração da humanidade. O quotidiano vê aumentar a sua dose de horrores sem cessar acompanhada por um apocalipse rompante do meio ambiente. A alienação dos espíritos e os poluentes químicos disputam o predomínio na dialética da morte que rege a vida de uma sociedade dividida e gangrenada pela tecnologia. O cancro, desconhecido antes da civilização, transformou-se numa epidemia numa sociedade cada vez mais estéril e literalmente tumorosa.

Repentinamente, todos consumiremos drogas; sejam administradas sob regras ou vendidas sob contrabando, isto apenas é uma distinção formal. A terapia dos transtornos de cuidados oferece outro exemplo da tendência coercitiva da medicamentação da angústia e a agitação generalizada, que gera uma realidade cada vez mais frustrante. A ordem dominante fará, evidentemente, todo o possível por negar a realidade social. A sua tecnopsiquiatria considera o sofrimento humano como de natureza biológica e de origem genética.

Novas patologias, resistentes à medicina industrial estendem-se à escala planetária da mesma forma que o fundamentalismo religioso - sintoma de frustração e de profunda miséria psíquica. E à espiritualidade New Age (a filosofia para uso "dos caranguejos", segundo Adorno), assim como as inumeráveis terapias paralelas deleitam-se em vãs ilusões. Pretender que pode-se estar íntegro, esclarecido e em paz no seio da loucura atual é, de fato, aceitar esta loucura.

O fosso entre ricos e pobres alarga-se, particularmente neste país onde os sem-teto e os presos contam-se por milhões. A cólera aumenta e as mentiras da propaganda que fundamentam a sua sobrevivência não encontram já a mesma credibilidade. Este mundo, onde reina a falsidade, encontra apenas a adesão que merece: a desconfiança em direção às instituições é quase absoluta. Mas a vida social parece congelada, e o sofrimento dos jovens é sem dúvida o mais profundo. A taxa de homicídios entre adolescentes de 15 a 19 anos duplicou entre 1985 e 1991. O suicídio transformou-se em reação de procura de cada vez mais adolescentes, que não encontram forças para alcançar a idade adulta num inferno como este.

A nossa época pós-moderna encontra a sua expressão essencial no consumo e na tecnologia, que dão aos mass media a sua força estupefaciente. Imagens e slogans impactantes e fáceis de digerir impedem de ver o espetáculo terrorífico da dominação que repousa essencialmente sobre a simplicidade das representações. Inclusive os enganos mais flagrantes da sociedade podem servir para esta empresa de hipnose coletiva, como é o caso da violência, fonte de infinitas diversões. Seduzem-nos as representações de comportamentos ameaçantes, pois o aborrecimento é uma tortura maior que o espanto. A natureza, ou o que resta dela, reprova-nos amarguradamente o modo em que a existência atual está pervertida, frígida e adulterada. A morte do mundo natural e a penetração da tecnologia em todas as esferas da vida desenvolve-se a um ritmo cada vez mais rápido. A multidão informaticamente enlaçada, os marginais tecnóides, os ciber-não-importa-quê, a realidade virtual, a inteligência artificial... Até chegar à vida artificial, última ciência pós-moderna. Entretanto, a nossa Era da Computação "pós-industrial", tem com principal conseqüência a nossa transformação acelerada num "apêndice da máquina", como se dizia no século XIX. As estatísticas da administração judicial indicam, todavia, que as empresas, cada vez mais informatizadas, são o teatro de cerca de um milhão de delitos violentos por ano, e que o número de patrões assassinados duplicou nos 10 últimos anos.

O sistema, na sua atroz arrogância, espera que as suas vítimas se conformem votando e reciclando os seus resíduos, fazendo-lhes crer que tudo irá muito bem. O espectador é somente suposto, não tem de saber nada e não merece nada.

A civilização, a tecnologia e as divisões que dilaceram a sociedade, são componentes de um todo indissolúvel. Uma carreira para a morte, fundamentalmente hostil às diferenças qualitativas. A nossa resposta terá de ser qualitativa, sem fazer caso dos eternos paliativos quantitativos que reforçam, de fato, aquilo que queremos abolir.

John Zerzan

Tríade de valores distorcidos

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

“A Liberdade ficou com o mundo capitalista, que sacrificou a igualdade de oportunidades; a Igualdade ficou com o mundo socialista, que sacrificou, em nome desse valor, a Liberdade; e a Fraternidade foi esquecida pelos dois, devido ao domínio da ciência e da tecnologia, que a relegaram para o domínio da espiritualidade. Quem fala em fraternidade e amor, nos dias de hoje, é, muitas vezes, visto como idealista, sonhador, vivendo nas nuvens, sentimental, atrasado e não sei mais o quê...”.
Pierre Weil

Sobre as origens da guerra

Domingo, 4 de Janeiro de 2009




"Como o ritual próprio, a guerra se executa através de um intermediação de gestos, de posturas e de modos de falar. Os soldados são idênticos e estruturados de uma maneira regular. As formações da violência organizada, com suas colunas e suas linhas são como a agricultura com seus sulcos, classificados sobre uma quadra (34). Controlados e disciplinados são também úteis para a ritualização dos comportamentos, que são sempre o meio para uma grande construção da autoridade. "

"As expressões de poder são a essência da civilização, o centro principal da ordem patriarcal. Pode-se pensar que a dominação masculina sistemática é um subproduto da guerra. A subordinação ritual e a desvalorização das mulheres é certamente o fruto da ideologia do guerreiro que tem valorizado cada vez mais as atividades masculinas e diminuído a interações das mulheres."
"Não mudou grande coisa desde que a guerra foi instituída pela primeira vez, enraizada no ritual e encontrando terra fértil na domesticação. Marshall Sahlins primeiramente apontou que o crescimento do trabalho segue o desenvolvimento da cultura simbólica. Pode se dizer que a cultura gera a guerra, apesar das declarações contrárias. Depois de tudo, o caráter impessoal da civilização se desenvolve com o surgimento do simbólico. Os símbolos (por exemplo as bandeiras nacionais) permitem a nossa espécie desumanizar os nossos semelhantes, o que possibilita a carnificina sistemática dentro da espécie."

texto completo:
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2009/01/436491.shtml

New Year's Day!

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

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New Year's Resolutions
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